Trocando experiências sobre as práticas de avaliar os alunos

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Trocando experiências sobre as práticas de avaliar os alunos

Mensagem  coordenacao em Sex Maio 13, 2011 12:04 am

É possível, em alguns aspectos, concordar com o gestor dessa escola. Ele tem razão, por exemplo, quando afirma que a avaliação é fundamental na instituição. Mas discordamos dos motivos que usa para justificar isso. Para nós, a avaliação não é importante porque separa os bons dos maus alunos. Ao contrário, ela é fundamental para que se possa promover um ensino de qualidade para todos. Tal como vemos, é a avaliação que nos indica onde estão nossos tropeços e nossas qualidades, onde precisamos investir mais e onde podemos caminhar com segurança. Sem avaliação, não saberíamos se nossos objetivos estão sendo atingidos, se eles são realistas ou idealizados, se estamos cumprindo ou não nosso papel, levando todos, na escola, a aprender. É ainda a avaliação que nos aponta quais são os conteúdos nos quais nossos alunos estão enfrentando maiores dificuldades e que precisam receber mais atenção por parte dos professores. Ela também identifica as áreas que devem ser priorizadas na capacitação do serviço dos professores, que alunos devem ir para reforço e recuperação, que métodos e práticas pedagógicas precisam ser revistos. Sem avaliação, não podemos
combater o ensino ineficiente, excludente, que privilegia uma minoria.
A avaliação constante, ou contínua, permite que um problema de aprendizagem seja prontamente percebido, de modo que podemos tomar rapidamente as providências necessárias para superá-lo. Às vezes, o problema está com o aluno, que tem um ritmo diferente da classe e precisa de mais tempo para aprender. Às vezes, está com o professor, que não conseguiu ainda encontrar a forma de melhor ensinar aquele aluno, porque cada um tem um jeito diferente de aprender. Para isso, é essencial a troca de experiência entre os professores nas horas de trabalho pedagógico comum: um ajuda o outro, um discute com o outro, um aconselha o outro e todos podem se beneficiar da experiência alheia.
Assim sendo, a nova proposta de trabalho é analisar comentários de dois colegas, apresentando os métodos de avaliação que você desenvolve e julga ser contribuições válidas.Compartilhe o que você aprendeu, ajude a derrubar velhas crenças!

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Comentários sobre Avaliação e Troca de Experiências

Mensagem  Maria Carolina em Seg Maio 16, 2011 11:59 pm


Ao ler os comentários de meus colegas, gostaria de citar as colocações da Márcia Fernandes e da Flávia.
Concordo com a Márcia quando afirma que "meios avaliativos ultrapassados persistem porque ainda se ensina assim , mesmo, quando certos dircursos apontam para a modernização do ensino", o professor que ainda continua a avaliar de forma convergente, é porque também ainda desenvolve uma didática ultrapassada, sem procurar novas formas de estratégias que possibilitem o educando a aprender de forma eficaz.
A Flávia sente os mesmos problemas que enfrento na disciplina de Arte ao avaliar o aluno. Com a implantação do currículo e a importância em relação a leitura e a escrita, as avaliações práticas deixaram de ser essenciais e sim mais uma forma que possibilita o aprendizado, pois, além da prática temos a oralidade e a escrita como expressão e é aí que percebo muitas dificuldades de comunicação dos alunos.
Por isso, em sala de aula procuro desenvolver vários tipos de avaliação, como: avaliações práticas, teóricas, individuais e em grupos. Procuro fazer com que os alunos apresentem oralmente alguns trabalhos, pois, desenvolve-se a postura, a objetividade do assunto, a oralidade, faço perguntas e acrescento algo quando necessário para enriquecer o conteúdo.Assim, percebo que avalio de maneira mais justa, valorizando as competências e habilidades de cada aluno, aprimorando minha prática no dia a dia de sala de aula.

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Trocar experiências: uma atitude fundamental

Mensagem  Flavia Capeleti em Ter Maio 17, 2011 2:47 pm

Concordo com a citação da Solange com relação às dificuldades de definirmos objetivos mais claros, o que realmente queremos que nosso aluno aprenda e acima de tudo; o que é mais relevante para ele. Penso que não é só a falta de tempo e o excesso de aulas que prejudica esse processo mas também a falta de preparo que começou na formação acadêmica e que se arrasta até hoje.
Lendo os comentários da Izilda penso que ela tem razão ao afirmar que atualmente a quantidade de informações e a velocidade com que elas são transmitidas é muito grande. Lidamos nos bancos escolares com alunos de uma geração muito ativa e ligada nas novas tecnologias, e às vezes a impressão é que nossos conteúdos não estão atingindo esses jovens e que nossos objetivos não estão sendo alcançados. Mas também concordo que não todos mas muitos conhecimentos são assimilados. É nesse contexto que entra a avaliação, pois além de avaliá-los precisamos também nos avaliar e criar métodos para nos adaptarmos à esse novo perfil de aluno e acompanhar essa evolução.

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Troca de experiências são sempre válidas.

Mensagem  Adriana Wenceslau Campos em Qua Maio 18, 2011 11:08 am


[/quote]Concordo com a colega Corolina, quando citou que a avaliação não deve servir para punir o aluno. E também com a colega Izildinha, quando escreveu que as informações , conhecimentos e conteúdos chegam para os alunos quase de forma instantânea, dificultando a assimilação. Tudo evolui, portanto, faz-se necessário que nossa maneira de avaliar, pelo menos, busque atender á esta evolução. A avaliação contínua, considero muito válida, pois, proporciona condição ao aluno de suprir conteúdos defasados, ao longo de todo processo de ensino aprendizagem.

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Comentário de Márcia Fernandes sobre as falas de Solange Navarro Fabri e Maria Carolina Cavalheiro.

Mensagem  Márcia Fernandes em Qua Maio 18, 2011 1:51 pm

Concordo plenamente com a diretora quando diz que enfrentamos grande falta de comprometimento de nossos alunos, todavia há a necessidade de reflexão de cada professor, ele se auto avaliando, revendo suas práticas, seus sucessos e fracassos, tendo a certeza de que é possível se melhorar e tornar a educação cada vez mais interessante e contextualizada, mostrando ao aluno o sentido do conhecimento para a sua vida num todo.
Quanto as dizeres de Maria Carolina também ressalto que o professor deve se munir de vários instrumentos de avaliação e que esses não sejam “armadilhas” para os alunos com o objetivo de castigá-los e sim práticas que constatem ao mestre se sua didática em ensinar obteve sucesso ou não.
Márcia Fernandes.

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A avaliação e a participação dos pais

Mensagem  Juliano Fagionato em Qua Maio 18, 2011 8:40 pm

coordenacao escreveu:É possível, em alguns aspectos, concordar com o gestor dessa escola. Ele tem razão, por exemplo, quando afirma que a avaliação é fundamental na instituição. Mas discordamos dos motivos que usa para justificar isso. Para nós, a avaliação não é importante porque separa os bons dos maus alunos. Ao contrário, ela é fundamental para que se possa promover um ensino de qualidade para todos. Tal como vemos, é a avaliação que nos indica onde estão nossos tropeços e nossas qualidades, onde precisamos investir mais e onde podemos caminhar com segurança. Sem avaliação, não saberíamos se nossos objetivos estão sendo atingidos, se eles são realistas ou idealizados, se estamos cumprindo ou não nosso papel, levando todos, na escola, a aprender. É ainda a avaliação que nos aponta quais são os conteúdos nos quais nossos alunos estão enfrentando maiores dificuldades e que precisam receber mais atenção por parte dos professores. Ela também identifica as áreas que devem ser priorizadas na capacitação do serviço dos professores, que alunos devem ir para reforço e recuperação, que métodos e práticas pedagógicas precisam ser revistos. Sem avaliação, não podemos
combater o ensino ineficiente, excludente, que privilegia uma minoria.
A avaliação constante, ou contínua, permite que um problema de aprendizagem seja prontamente percebido, de modo que podemos tomar rapidamente as providências necessárias para superá-lo. Às vezes, o problema está com o aluno, que tem um ritmo diferente da classe e precisa de mais tempo para aprender. Às vezes, está com o professor, que não conseguiu ainda encontrar a forma de melhor ensinar aquele aluno, porque cada um tem um jeito diferente de aprender. Para isso, é essencial a troca de experiência entre os professores nas horas de trabalho pedagógico comum: um ajuda o outro, um discute com o outro, um aconselha o outro e todos podem se beneficiar da experiência alheia.
Assim sendo, a nova proposta de trabalho é analisar comentários de dois colegas, apresentando os métodos de avaliação que você desenvolve e julga ser contribuições válidas.Compartilhe o que você aprendeu, ajude a derrubar velhas crenças!
Concordo com a opinião da Solange, pelo fato de que a progressão continuada está atrapalhando o progrsso educacional, onde se passa os alunos sem o conhecimento minino
para a proxima série.
A avaliação é importante no contexto da aprendizagem dos alunos, e a avaliação seria como uma forma de incentivar os alunos a aprendizagem plena e a participaçaõ dos pais é muito imprtante para que isto aconteça.

Juliano Fagionato

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Re: Trocando experiências sobre as práticas de avaliar os alunos

Mensagem  Maria Inês em Qui Maio 19, 2011 6:26 pm

Maria Inês- Concordo com a Maria Carolina, a avaliação é uma ferramenta muito importante no processo de ensino aprendizagem e que não podemos esquecer que cada individuo tem facilidade e cestas habilidades e competências, por isso não podemos usar um tipo só de avaliação, como disse a Márcia Fernandes as formas de avaliação depende como é feita, pois há anos que discutem essas formas variadas de processos, e tudo contínua as mesmas coisas.
Maria Carolina escreveu:
coordenacao escreveu:É possível, em alguns aspectos, concordar com o gestor dessa escola. Ele tem razão, por exemplo, quando afirma que a avaliação é fundamental na instituição. Mas discordamos dos motivos que usa para justificar isso. Para nós, a avaliação não é importante porque separa os bons dos maus alunos. Ao contrário, ela é fundamental para que se possa promover um ensino de qualidade para todos. Tal como vemos, é a avaliação que nos indica onde estão nossos tropeços e nossas qualidades, onde precisamos investir mais e onde podemos caminhar com segurança. Sem avaliação, não saberíamos se nossos objetivos estão sendo atingidos, se eles são realistas ou idealizados, se estamos cumprindo ou não nosso papel, levando todos, na escola, a aprender. É ainda a avaliação que nos aponta quais são os conteúdos nos quais nossos alunos estão enfrentando maiores dificuldades e que precisam receber mais atenção por parte dos professores. Ela também identifica as áreas que devem ser priorizadas na capacitação do serviço dos professores, que alunos devem ir para reforço e recuperação, que métodos e práticas pedagógicas precisam ser revistos. Sem avaliação, não podemos
combater o ensino ineficiente, excludente, que privilegia uma minoria.
A avaliação constante, ou contínua, permite que um problema de aprendizagem seja prontamente percebido, de modo que podemos tomar rapidamente as providências necessárias para superá-lo. Às vezes, o problema está com o aluno, que tem um ritmo diferente da classe e precisa de mais tempo para aprender. Às vezes, está com o professor, que não conseguiu ainda encontrar a forma de melhor ensinar aquele aluno, porque cada um tem um jeito diferente de aprender. Para isso, é essencial a troca de experiência entre os professores nas horas de trabalho pedagógico comum: um ajuda o outro, um discute com o outro, um aconselha o outro e todos podem se beneficiar da experiência alheia.
Assim sendo, a nova proposta de trabalho é analisar comentários de dois colegas, apresentando os métodos de avaliação que você desenvolve e julga ser contribuições válidas.Compartilhe o que você aprendeu, ajude a derrubar velhas crenças!

Ao ler os comentários de meus colegas, gostaria de citar as colocações da Márcia Fernandes e da Flávia.
Concordo com a Márcia quando afirma que "meios avaliativos ultrapassados persistem porque ainda se ensina assim , mesmo, quando certos dircursos apontam para a modernização do ensino", o professor que ainda continua a avaliar de forma convergente, é porque também ainda desenvolve uma didática ultrapassada, sem procurar novas formas de estratégias que possibilitem o educando a aprender de forma eficaz.
A Flávia sente os mesmos problemas que enfrento na disciplina de Arte ao avaliar o aluno. Com a implantação do currículo e a importância em relação a leitura e a escrita, as avaliações práticas deixaram de ser essenciais e sim mais uma forma que possibilita o aprendizado, pois, além da prática temos a oralidade e a escrita como expressão e é aí que percebo muitas dificuldades de comunicação dos alunos.
Por isso, em sala de aula procuro desenvolver vários tipos de avaliação, como: avaliações práticas, teóricas, individuais e em grupos. Procuro fazer com que os alunos apresentem oralmente alguns trabalhos, pois, desenvolve-se a postura, a objetividade do assunto, a oralidade, faço perguntas e acrescento algo quando necessário para enriquecer o conteúdo.Assim, percebo que avalio de maneira mais justa, valorizando as competências e habilidades de cada aluno, aprimorando minha prática no dia a dia de sala de aula.

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reflexão sobre a avaliação

Mensagem  Marcelo Lázari em Seg Maio 30, 2011 8:51 pm

Concordo com a Solange quando relata a falta de motivação, comprometimento e interesses por parte dos alunos e que apesar de todas essas dificuldades todos somos capazes de almejar a melhoria da qualidade de ensino e também com a colega Izilda quando ela escreve que primeiro o aluno tem que ter conhecimento básicos para depois dele um aproveitamento mais complexo, obedecendo e respeitando os estágios de aprendizado.

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O trabalho conjunto na escola

Mensagem  Juliano Fagionato em Seg Maio 30, 2011 9:34 pm

coordenacao escreveu:É possível, em alguns aspectos, concordar com o gestor dessa escola. Ele tem razão, por exemplo, quando afirma que a avaliação é fundamental na instituição. Mas discordamos dos motivos que usa para justificar isso. Para nós, a avaliação não é importante porque separa os bons dos maus alunos. Ao contrário, ela é fundamental para que se possa promover um ensino de qualidade para todos. Tal como vemos, é a avaliação que nos indica onde estão nossos tropeços e nossas qualidades, onde precisamos investir mais e onde podemos caminhar com segurança. Sem avaliação, não saberíamos se nossos objetivos estão sendo atingidos, se eles são realistas ou idealizados, se estamos cumprindo ou não nosso papel, levando todos, na escola, a aprender. É ainda a avaliação que nos aponta quais são os conteúdos nos quais nossos alunos estão enfrentando maiores dificuldades e que precisam receber mais atenção por parte dos professores. Ela também identifica as áreas que devem ser priorizadas na capacitação do serviço dos professores, que alunos devem ir para reforço e recuperação, que métodos e práticas pedagógicas precisam ser revistos. Sem avaliação, não podemos
combater o ensino ineficiente, excludente, que privilegia uma minoria.
A avaliação constante, ou contínua, permite que um problema de aprendizagem seja prontamente percebido, de modo que podemos tomar rapidamente as providências necessárias para superá-lo. Às vezes, o problema está com o aluno, que tem um ritmo diferente da classe e precisa de mais tempo para aprender. Às vezes, está com o professor, que não conseguiu ainda encontrar a forma de melhor ensinar aquele aluno, porque cada um tem um jeito diferente de aprender. Para isso, é essencial a troca de experiência entre os professores nas horas de trabalho pedagógico comum: um ajuda o outro, um discute com o outro, um aconselha o outro e todos podem se beneficiar da experiência alheia.
Assim sendo, a nova proposta de trabalho é analisar comentários de dois colegas, apresentando os métodos de avaliação que você desenvolve e julga ser contribuições válidas.Compartilhe o que você aprendeu, ajude a derrubar velhas crenças!
A avaliação é um otimo instrumento para se verificar como está o andamento da aprendizagem dos alunos da escola, para assim melhorar-mos a qualidade de ensino da escola.
E a participação dos nossos colegas professores, para assim colaborar-mos um com o outro, trocando ideias e experiências para melhorar-mos a qualidade de ensino na escola.

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